Segundo dados do Instituto Trata Brasil, divulgados em abril de 2025, aproximadamente 33% dos municípios brasileiros não possuem qualquer tipo de sistema de drenagem urbana. A análise, baseada em documentos técnicos da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA) do Ministério das Cidades, abrange cerca de 90% das cidades brasileiras e revela que:
● 40,44% possuem sistemas exclusivos para drenagem de águas pluviais;
● 12,59% operam sistemas unitários, que combinam esgoto e drenagem em uma única rede;
● 14,48% operam sistemas combinados, com configurações exclusivas e unitárias em diferentes trechos;
● 3,2% contam com sistemas de tratamento das águas pluviais.
Além disso, apenas 5,3% das cidades possuem Planos Diretores de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais (PDD), considerados essenciais para o planejamento estratégico e a redução de riscos associados a eventos hidrológicos extremos.
Entre 1991 e 2023, foram registrados 25.940 eventos hidrológicos de desastres no Brasil, resultando em 3.464 mortes e prejuízos superiores a R$ 151 bilhões. Especialistas estimam que seriam necessários R$ 223,3 bilhões em investimentos para universalizar os serviços de drenagem urbana no país.
A falta de infraestrutura adequada de drenagem urbana contribui para a ocorrência de alagamentos, erosão do solo e deslizamentos de encostas, especialmente em períodos de chuvas intensas, afetando a segurança e a qualidade de vida da população.
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